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Economia

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Espanha: desemprego entre portugueses quase quintuplicou




A taxa de desemprego entre trabalhadores portugueses a residir em Espanha quase quintuplicou nos últimos dois anos, atingindo os 21,89% da população activa, três pontos acima da média nacional.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol, no final de 2009, havia um total de 14.100 portugueses desempregados em Espanha, de um universo de 64.400 mil activos, escreve a Lusa.

Em termos gerais, no final de 2009, a taxa de desemprego em Espanha era de 18,83%.

Recorde-se que as contas públicas espanholas deverão ter terminado 2009 com um défice de 11,4% do PIB, um valor que torna «imprescindível» o plano de austeridade económica aprovada esta sexta-feira pelo Executivo daquele país.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt





Desemprego em Portugal pode chegar aos 15%




O agravamento do desemprego é o cenário mais provável traçado pelos economistas para os próximos anos e há quem preveja uma subida da taxa de desemprego até aos 15 por cento.

«Julgo que a taxa de desemprego poderá chegar aos 15 por cento quando as ajudas do Governo às empresas, à formação profissional e aos estágios terminar, seja por razões orçamentais, seja por razões estratégicas», disse à Lusa o economista Carlos Pereira da Silva. Outros economistas esperam, por seu turno, que o desemprego se mantenha nos 10%.

Segundo o Eurostat, a taxa de desemprego em Portugal avançou para 10,2% em Outubro, o valor mais elevado de sempre e acima das estimativas do INE, que apontam para uma subida para os 9,8% no terceiro trimestre do ano.

Os últimos dados do gabinete de estatísticas da União Europeia mostraram ainda que Portugal é o país da UE que mais empregos destruiu no terceiro trimestre do ano.


Fonte: agenciafinanceira.iol.pt





SAD do Benfica com prejuízo de 34 milhões de euros




A Benfica SAD registou perdas de 34,8 milhões de euros no exercício de 2008/09, que comparam com lucros de 116 mil euros na época anterior.

Os resultados operacionais foram igualmente bem encarnados, na ordem dos 30 milhões de euros.

O passivo da SAD ascende aos 178 milhões e os capitais próprios estão também no vermelho: 11,8 milhões de euros negativos.

As receitas caíram devido ao mau desempenho desportivo, já que o clube esteve fora da Liga dos Campeões, e os custos subiram devido às indemnizações e às saídas negociadas, nomeadamente com a anterior equipa técnica, liderada por Quique Flores.

«Valores significativamente negativos», assume a SAD encarnada, adiantando que os mesmos são «apenas comparáveis com o prejuízo superior a 37 milhões de euros apurado em 2000/2001». Foi assim interrompido um ciclo de dois anos consecutivos de resultados positivos, que a SAD quer retomar «no mais curto espaço de tempo possível».

A dívida assumida com vista à construção do novo Estádio da Luz, que custou 160 milhões de euros, está em 28 milhões.

Os activos da SAD valem 166,8 milhões de euros, mais 12,7%, graças aos direitos desportivos de atletas. Com o fundo de jogadores Benfica Stars Fund, o clube embolsou 22 milhões de euros e espera vir a encaixar 40 milhões, mas esse impacto positivo não está contabilizado nos resultados.

Quanto ao plantel, a SAD acredita que vale mais do que os 70 milhões que constam da avaliação contabilística.


Fonte: tvi24.iol.pt





Vendas de carros afundam há sete meses consecutivos



Renault lidera com uma quota de mercado de 13,53%
O mercado de ligeiros de passageiros manteve, em Julho, a tendência de descida iniciada há sete meses atrás, tendo-se verificado uma quebra de 20,5% face ao mesmo mês do ano passado, correspondendo a 17.160 unidades comercializadas.
A contribuir para esta queda está «a precipitada entrada em vigor da nova legislação do crédito ao consumo», avança a Associação Automóvel de Portugal (ACAP).

Recorde-se que a Comissão Europeia recomendou, aos Estados-Membros, que o prazo entre a publicação da legislação do crédito ao consumo e a sua entrada em vigor fosse de um ano. Mas, em Portugal, este prazo foi inferior a um mês.

No que diz respeito às marcas, a Renault comanda com uma quota de mercado de 13,53% (12,33% no mesmo período do ano passado), mas obteve uma queda de 15,5% de 3.250 para 2.745 automóveis em Julho deste ano.

Toyota aumentou as vendas em 9%

Também a Ford aparece na segunda posição, com uma quota de mercado de 7,21%. A fabricante sofreu uma quebra de 17,4% nas suas vendas.

Ainda assim as mais penalizadas foram a Seat (menos 39,2%), a Opel (menos 44,3%) e a Nissan (menos 58,9%). Do lado oposto, a Toyota aumentou as suas vendas em 9%.

No segmento dos carros de luxo, destaque para a Porsche, que vendeu mais quatro carros este ano.

A ACAP destaca ainda que em termos acumulados, no período de Janeiro a Julho, foram vendidos em Portugal 90.261 automóveis ligeiros de passageiros, o que corresponde a uma descida de 33,6%, face ao mesmo período do ano passado.

Já no que diz respeito ao mercado de veículos comerciais ligeiros, registou-se, em Julho de 2009, um decréscimo de 34,6% em relação ao mês homólogo de 2008, tendo sido vendidos 3.124 veículos.

Em termos acumulados, no período de Janeiro a Julho, o mercado caiu 37,9% em relação a igual período do ano anterior, o que corresponde a um total de 20.722 unidades comercializadas.

A tendência negativa estendeu-se, igualmente, ao mercado de veículos pesados, o qual resumiu-se, em Julho de 2009, a apenas 402 unidades comercializadas, o que corresponde a um decréscimo de 28% face ao mês homólogo do ano anterior.

Em termos acumulados, no período de Janeiro a Julho, as vendas situaram-se em 2.436 unidades, o que representa uma diminuição de 40,8% relativamente ao período homólogo do ano anterior.



Bairro Alto: novo horário provoca 400 despedimentos



A mudança da hora de encerramento dos bares do Bairro Alto das 4h para as 2h provocou, desde Outubro de 2008 até Junho deste ano, cerca de 400 despedimentos e uma quebra de 70% no volume de negócios do local, escreve o «Económico».
Os dados foram fornecidos pela Associação de Comerciantes do Bairro Alto que explica que a medida, adoptada pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, veio prejudicar também os próprios moradores já que muitos dos habitantes do Bairro trabalham no local.

A Associação tem agendada para esta segunda-feira uma reunião com António Costa para negociações sobre um possível alargamento dos horários de funcionamento dos bares.

A última proposta da Associação de Comerciantes refere que, durante o Verão, os bares estariam abertos até às 3h todos os dias enquanto que no Inverno encerrariam às 2h, com excepção das sextas e sábados, uma vez que encerrariam apenas às 4h. No entanto, a partir das 2h as pessoas passariam a ficar concentradas no interior dos estabelecimentos.




Portagens: mais de 20 reclamações de reembolso chumbadas



Mais de 20 reclamações de utentes com pedidos de devolução de taxas de portagem e nenhuma aprovação dada pelo Estado são as conclusões da lei do reembolso das portagens, que entrou em vigor há precisamente um ano, avança a Lusa.
Recorde-se que este decreto regulamentar foi posto em prática a 24 de Julho de 2008 para que os condutores das auto-estradas concessionadas pudessem receber as taxas de portagem quando ocorram obras nos troços ou sublanços que não cumpram a legislação.

Em 2008, registaram-se 22 reclamações, segundo o Instituto de Infra-estruturas Rodoviárias (InIR), representante do Estado nesta matéria. Destas, 23 por cento tratavam-se de pedidos de esclarecimentos sobre a nova legislação e 77 por cento consistiam em pedidos de reembolso parcial de portagens.




DECO alerta: cuidado com as taxas de juro


Bancos têm praticado valores «extraordinariamente» superiores à taxa de referência do BCE
Apesar das taxas de juro do crédito ao consumo dos bancos portugueses serem normalmente superiores à taxa de referência do BCE, a DECO alerta para os recentes valores «extraordinariamente elevados» destas taxas.
Em declarações à Agência Financeira, esta segunda-feira, o economista da DECO, João Fernandes, lembra o decreto-lei 133/2009 de 2 de Junho que regulamenta o crédito ao consumo, e alerta os consumidores para fazerem as contas antes de aceitarem as condições impostas pelas instituições financeiras.

O decreto-lei, publicado no Diário da República, e que entrará em vigor a 1 de Outubro refere que «a identificação dos tipos de contrato de crédito ao consumo» assim como o cálculo da TAEG (Taxa Anual Efectiva de Encargos Global) média do mercado «são determinadas e divulgados ao público trimestralmente pelo Banco de Portugal».

Deste modo, as taxas de juro das instituições de crédito só poderão exceder em um terço a TAEG média referida anteriormente.

A TAEG permite ao consumidor avaliar o custo do crédito, sendo que quanto mais baixo for o valor da taxa, mais barato é o crédito.



Vodafone vai ter novos smartphones «low cost» até ao Natal


A Vodafone pretende disponibilizar no mercado novos «smartphones» a preços reduzidos até ao Natal deste ano, procurando chegar a um maior número de clientes, revelou à Lusa o futuro presidente executivo da empresa.
«Vamos ter muitas novidades, até ao final do ano nesta matéria e para nós o grande desafio é trazer este tipo de equipamentos para níveis de preço que permitam a massificação», disse António Coimbra. Além de empresários, os clientes mais interessados nestes equipamentos são os jovens, mas não têm «independência financeira» para adquirir os «smartphones» existentes no mercado, como o Blackberry, iPhone ou Htc, disse António Coimbra.

Por isso, a Vodafone está empenhada em desenvolver parcerias para ter, até ao final do ano, «smartphones muito poderosos, com acesso aos sites sociais e à net, numa faixa de preços abaixo dos 200 euros», explicou o mesmo reponsável.



Venda online de tabaco discutida por mais de 130 países



Mais de 130 países reuniram-se esta segunda-feira para decidir sobre se a venda de tabaco na Internet deve ou não ser banida, como medida de combate ao mercado multimilionário do contrabando de cigarros. O esboço do tratado que está a ser discutido esta semana em Genebra, Suíça, pode banir a venda online dos produtos tabaqueiros. Os peritos estimam que o mercado ilícito de tabaco represente mais de 10 por cento da venda mundial de cigarros, o que custa entre 40 a 50 mil milhões de dólares (28 a 35,5 mil milhões de euros) por ano em impostos. Um relatório norte-americano identifica a China, Paraguai e Ucrânia como as maiores fontes de produtos tabaqueiros contrabandeados. O relatório, publicado esta segunda-feira, indica que grupos criminosos e organizações terroristas estão entre os beneficiários do mercado negro deste produto. Algumas das grandes tabaqueiras demonstraram o seu apoio para acabar com estas redes de contrabando, que são concorrentes ilícitos, acusando-os de trazer para o mercado produtos baratos e sem qualidade.




Sigilo bancário: levantamento aprovado no Parlamento


As novas medidas de levantamento do sigilo bancário foram aprovadas esta quinta-feira, na Assembleia da República, permitindo que o mesmo seja feito sem depender da autorização do visado. A proposta do Governo baixa agora à comissão, depois das abstenções do PS, PSD e CDS-PP assim o terem permitido, mas o grupo parlamentar do Partido Socialista demonstrou vontade de analisar as contribuições dos projectos-de-lei do PCP e do Bloco de Esquerda na discussão na especialidade. A proposta do Executivo não permite que o levantamento seja feito de forma automática, uma das questões mais criticada pela oposição, e sobre a qual o Bloco de Esquerda teceu duras críticas. Para o BE, aliás, o Governo vai acabar por diminuir o acesso à informação bancária. «Qual é coisa qual é ela que permite a existência de uma mala de dinheiro que não é preciso justificar? Há alguém que não saiba a resposta? Pode é haver um Governo que não quer responder», disse o deputado Francisco Louça. Já o PSD e o CDS-PP acusaram o Governo de apresentar uma proposta «inconstitucional», uma vez que o levantamento passará a ser feita sem autorização do contribuinte.




PME Invest IV: mais 400 milhões para exportações e PME


200 milhões para exportadores e 200 para micro e pequenas empresas. É assinado esta segunda-feira o protocolo da linha de crédito PME Invest IV. O pacote, de 400 milhões de euros, vai abranger as empresas exportadoras, a quem destina metade do valor, e as Micro e Pequenas Empresas, que receberão a outra metade. Na sessão serão assinados os protocolos entre as Instituições Públicas envolvidas na operacionalização da linha de crédito, nomeadamente o IAPMEI, as Sociedades de Garantia Mútua e a PME Investimentos, e as instituições bancárias aderentes. Em comunicado, o Ministério da Economia e Inovação (MEI) explica que esta linha de crédito que será hoje lançada «oferece condições mais vantajosas», com o objectivo de abranger mais empresas. De resto, o Governo espera apoiar, no mínimo, sete mil micro e pequenas empresas e empresas do sector exportador com esta linha. Nesta linha, as empresas exportadoras só têm de exportar pelo menos 10% do volume de vendas (na linha anterior eram 25%) ou um valor superior a 150 mil euros (em vez de um milhão de euros) para poderem aceder. á as Micro e Pequenas empresas, devem apresentar resultados líquidos positivos em 2 dos últimos 4 exercícios (contra apenas 3 exercícios na Linha anterior). As operações de crédito para as empresas do sector exportador beneficiam de uma Garantia Mútua sobre 50% do valor de cada financiamento, enquanto que no caso das Micro e Pequenas Empresas esta Garantia é de 75%. Os valores a financiar ao abrigo desta Linha, são acumuláveis com financiamentos prestados ao abrigo das Linhas anteriores.



Patrões pagam em média mais 2% de salários este ano


O sector privado acabou por não superar os aumentos médios dos salários dos trabalhadores do Estado. É a primeira vez desde 2005 que tal acontece. De acordo com o jornal «Público», o sector privado não conseguir superar a fasquia dos 2% nos aumentos salariais em 2009. Quer isto dizer que, pela primeira vez em 4 anos, a função pública conseguiu superar as empresas nas actualizações dos salários. Segundo os dados do Total Compensation, estudo salarial da consultora de recursos humanos Mercer, o aumento médio efectuado fixa-se nos 2%, mas é provável que seja revisto em baixa. Já na revisão anual das remunerações do Estado foi aplaudida uma subida de 2,9% nos ordenados. Até aqui, o sector privado tem estado sempre à frente, com uma média de aumentos na ordem dos 1,4%. Uma tendência que a crise está a fazer mudar. Recorde-se que em 2005, os aumentos médios rondavam os 3,3%, tal como em 2006. Já em 2007, os trabalhadores foram aumentados em 3,2%. O ano passado, os ordenados aumentaram 3,4%, mas em 2009, os dados apontam para uma subida de 2%, o que representa uma descida de 41% face a 2008.



IRS: Fisco promete pagar todos os reembolsos até 30 de Junho


O Ministério das Finanças promete que todas as declarações de IRS relativas a 2008, desde que entregues dentro dos prazos legais e sem incorrecções, serão liquidadas até ao final de Junho. Ou seja, toda a gente receberá os reembolsos (ou as notas de cobrança se houver lugar ao pagamento de mais imposto) até ao final deste mês. «Os reembolsos relativos à 2ª fase estão em curso e estarão concluídos até dia 30 de Junho», garantiu fonte oficial das Finanças à Agência Financeira. Uma boa notícia para milhares de portugueses, que contam com os reembolsos para ajudar a pagar as tão esperadas férias. Recorde-se que o prazo previsto na Lei para a liquidação das declarações relativas à 2ª fase vai até ao final de Setembro, mas que o Fisco decidiu este ano antecipar os reembolsos, começando a pagá-los no mês seguinte ao da entrega. No caso da primeira fase, cuja entrega pela Internet terminou em Março, os reembolsos foram feitos em Abril e ultrapassaram os 515 milhões de euros. À semelhança do que se tem verificado nos anos anteriores, este ano registou-se uma elevada adesão dos contribuintes à Internet para a entrega das declarações electrónicas do IRS, tendo sido recepcionadas por esta via 1.272.373 declarações. Este número representa um aumento de 10 por cento em relação ao ano anterior. Daqui para a frente será ainda melhor: os reembolsos do imposto que forem de baixo risco serão devolvidos de forma instantânea já em 2010. O objectivo é implementar um sistema de liquidação e de emissão de reembolsos online. A nova aplicação do Fisco destina-se a contribuintes com «reembolsos de pequeno valor» e sem historial de execuções fiscais. A administração fiscal ainda não definiu quais os escalões de rendimento que poderão beneficiar do reembolso quase imediato do imposto.



Finanças dão «cartão de crédito» à função pública


Funcionários e dirigentes poderão usá-lo para deslocações em serviço e levantamentos directamente de contas bancárias. O Tesouro português lança esta quarta-feira o Visa Charge Card, uma espécie de cartão de crédito que será usado pelos órgãos de soberania e dirigentes e funcionários da função pública para fazer face a despesas que estão previstas no Orçamento do Estado. Este cartão é uma iniciativa do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP), com o apoio da Unicre, e será emitido «em nome dos organismos públicos, que serão as titulares, para ser usado pelo universo dos Órgãos de Soberania e dos dirigentes e funcionários do Sector Público Administrativo, para fazer face a despesas previstas no Orçamento do Estado, atentas as regras que presidem à realização da despesa pública», explicam as Finanças em comunicado. O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, presidirá à sessão pública de lançamento do Visa Charge Card, que se integra no âmbito das iniciativas que visam o aprofundamento da Unidade de Tesouraria do Estado e se destina a satisfazer as necessidades dos organismos públicos sujeitos ao Regime de Tesouraria do Estado (Serviços Integrados, Serviços e Fundos Autónomos e Entidades Públicas Empresariais). «Este cartão disponibiliza um inovador meio de pagamento, assente nas boas práticas aplicadas pelos sistemas bancários europeus, que se traduzem na utilização de instrumentos de pagamentos electrónicos em detrimento daqueles baseados em papel. Será emitido sob o sistema Visa e pretende assim dotar os organismos públicos de uma nova ferramenta, que lhes possibilite efectuar, de forma mais eficiente, a gestão dos fundos públicos a seu cargo», acrescenta o Ministério. O Visa Charge Card permite aos titulares beneficiarem das facilidades disponíveis via Internet, bem como efectuarem deslocações em serviço e levantamentos directamente de contas bancárias domiciliadas no IGCP, «sob elevados níveis de segurança».




Jumbo vai abrir mais seis gasolineiras


Bombas da cadeia não foram afectadas por suspeitas de qualidade inferior. O grupo Auchan, que detém a cadeia de hipermercados Jumbo, pretende abrir mais seis bombas de gasolina até final do ano, revelou a empresa à Lusa. O responsável pelas Gasolineiras Auchan, Miguel Costa, adiantou que está já confirmada a abertura de postos em Cascais, Coimbra, Maia, Torres Vedras e Gaia, até ao final do ano. Com as seis aberturas, o grupo deverá encerrar 2009 com 18 gasolineiras em Portugal. Na mesma entrevista, Miguel Costa garante que as bombas do Jumbo não foram afectadas pelas declarações do presidente da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC), Virgílio Constantino, segundo o qual os combustíveis dos hipermercados seriam de qualidade inferior. «As vendas decorreram normalmente, não registámos nenhuma quebra. O elevado fluxo de clientes manteve-se», disse. De acordo com os últimos dados da associação do sector, a Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), os postos das grandes superfícies representam já 30% do mercado.




Petrolíferas não querem falar de preços


Relatório da Concorrência aconselha empresas a não comunicarem intenções de alterar preços. As petrolíferas querem deixar de revelar as alterações de preços dos combustíveis nos meios de comunicação social. Fonte da Repsol disse à Agência Financeira que a empresa vai «deixar de comentar os preços», acrescentando que essa é «uma política da empresa». E a espanhola não é caso único. Fonte da BP garantiu também à Agência Financeira que também não vai «antecipar os seus movimentos» relativamente aos preços dos combustíveis. Contactada pela AF fonte oficial da Galp não quis prestar quaisquer esclarecimentos sobre esta matéria. Esta é a reacção das empresas de combustíveis à recomendação da Autoridade da Concorrência (AdC) no seu último relatório após o estudo ao mercado, que data do mês passado. Nesse relatório, recorde-se, a entidade liderada por Manuel Sebastião recomenda que as petrolíferas deixem de antecipar as alterações de preços. Uma recomendação que a Repsol diz estranhar. «Não se percebe o porquê disto, uma vez que os preços são fixados nos postos e estão divulgados na Internet», referiu a fonte. Recorde-se que os preços dos combustíveis são obrigatoriamente publicados no site da Direcção-geral de Energia e Geologia (DGEG).




Mega-fraude de 36 mil milhões em Portugal


As autoridades portuguesas estão a investigar uma tentativa de transferência de 50 mil milhões de dólares (36,6 mil milhões de euros) a partir do norte-americano JP Morgan Chase para Portugal. Se resultasse, seria a maior fraude de sempre no país. Foi uma mulher não identificada que tentou fazer esta operação, apresentando num banco em Lisboa um contrato de transferência interbancária, ao qual a Lusa teve acesso, que previa uma movimentação de 36,4 milhões de euros numa primeira tranche. O documento levantou suspeitas sobre a legalidade da operação que se pretendia concretizar tanto pelo modo de actuação da mulher, como pelo elevado montante envolvido. Fonte oficial do Ministério Público disse à Lusa que «o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) está a proceder à recolha de elementos sobre o assunto». O Banco de Portugal também está a investigar o caso, segundo fonte oficial, que esclareceu que «o processo seguiu para o departamento de supervisão» da instituição liderada por Vítor Constâncio, confirmando ainda que os moldes do caso são semelhantes a outras tentativas de fraude detectadas pelas autoridades em Portugal.


Fonte: agenciafinanceira.iol.pt
Fonte: diario.iol.pt


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